O tráfico de drogas está dominando o conjunto Parque Industrial. A situação está tomando proporções descontroladas a ponto de moradores compararem a região com a "Cracolândia" - localidade no Centro de São Paulo, no bairro Santa Ifigênia, onde são vendidos e consumidos entorpecentes sem a intervenção policial.
No Parque Industrial as circunstâncias são parecidas. As ruas Rio Piranhas, Rio Taborna e Cajupiranga estão infestadas de pequenos traficantes, que são abastecidos por uma mulher que reside próximo à linha do trem. Os nomes são de conhecimentos da população e, inclusive, dos policiais militares, que fazem "vista grossa" para o problema.
Fontes d'O Jornal de Hoje revelaram que policiais já abordaram suspeitos e realizaram revistas em possíveis locais de venda de droga, inclusive em um comércio localizado na rua Rio Águas Vermelhas, mas ninguém foi preso. Informações dão conta que este estabelecimento, que fica próximo da Escola Municipal Josafá Machado, também é utilizando como "boca-de-fumo".
A estação de trem é outro local utilizado para a venda e consumo de drogas. Usuários do transporte disseram a reportagem que todos os dias de manhã a estação amanhece com pontas de cigarro e latas - que são usadas para o consumo do crack.
À noite, segundo moradores, a concentração de usuários e vendedores impossibilita a circulação pelas ruas e conversas nas calçadas. "Não temos condições de ficar na rua de noite. Ficamos prisioneiros dentro de nossas próprias casas. Eles vendem drogas como se fosse confeito. Já perderam até o respeito", desabafou um morador, que não terá sua identidade revelada. "A polícia sabe quem são essas pessoas... e porque não vão até lá?", questionou outro morador.
A conseqüência da droga leva a outro problema crítico no bairro: os assaltos. Todos os dias são constantes os relatos de alguma casa arrombada, pessoas interpeladas em trânsito ou estabelecimentos comerciais invadidos por drogados. Viciados furtam qualquer produto para alimentar o consumo. Com o dinheiro arrecadado dos roubos, compram uma arma e passam a realizar assaltos mais ousados.
Uma farmácia, situada na rua Rio Piranhas, já foi alvo de bandidos. A última vez, no fim do ano passado, dois rapazes apontaram a arma para a proprietária e levaram uma pequena quantia em dinheiro e cartões telefônicos. Ao sair, chutaram um dos funcionários, apenas por diversão.
Mas o que fazer se o morador for vítima de assalto? "Ligar para o 190", é o que recomendam os próprios policiais, segundo uma moradora, que ficam no posto do Parque Industrial, situado na rua Maria Amélia Machado. O posto policial, pertencente ao 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), de Parnamirim, quando está aberto, não tem PM suficiente para atender as ocorrências. "Fica mais fechado do que aberto", retrucou a mulher. Hoje, às 9h30, no momento em que este vespertino estava fazendo a reportagem, o posto se encontrava fechado.
Torna-se cada vez mais comum o leitor encontrar em uma reportagem policial: ‘Testemunhas disseram que fulano foi morto em frente a uma “boca-de-fumo”’ ou “Moradores comentaram que próximo aonde a vítima foi assassinada tem uma “boca-de-fumo”. Mas será que as polícias Militar e Civil de Natal não sabem onde estão localizadas estas “bocas-de-fumo”?
A reposta é sim. Muita gente sabe. Até o alto escalão da polícia sabem onde elas estão. É só conversar alguns minutos com moradores de localidades de baixa renda. Às vezes, não precisa ser tão baixa assim. No bairro de Petrópolis, por exemplo, bairro classe média-alta da capital, mesmo existe uma.
No início do ano, a imprensa natalense estava fazendo uma reportagem sobre o suposto desaparecimento de um bugueiro. Horas depois a própria polícia constatou que o rapaz estava “internado” nesta boca-de-fumo. A expressão “internado” se dá para viciados que passam horas e até dias dentro dessas casas, consumindo drogas.
Caso que aconteceu com um rapaz o ano passado e foi noticiado pel’O Jornal de Hoje. Ele fazia dois dias que estava “internado” na “boca-de-fumo” e simulou o próprio seqüestro para resgatar o carro e poder sair da casa, pois havia empenhado o veículo para consumir a droga.
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) anunciou no feriado de 7 de setembro do ano passado a “Operação Independência”, na praia de Pipa. Resultado: nenhuma “boca-de-fumo” estourada. Apenas alguns estabelecimentos interditados por não possuir o Habite-se do Corpo de Bombeiros e algumas prisões efetuadas através de mandados de prisão. Será que a polícia não sabe onde tem uma “boca-de-fumo” em Pipa?
Qualquer pessoa que freqüenta a praia mais badalada do litoral Sul sabe. Mas, talvez já não o faça com medo de represálias caso tenha que efetuar um flagrante de um “filhinho de papai” natalense – como já aconteceu por diversas vezes. Será que a governadora Wilma de Faria sabe disso tudo e não toma nenhuma atitude?
Aí vem a pergunta: se sabem, por que não corre atrás desses traficantes? Por que não “estouram” essas “casas”? Para os mais corretos, porque é melhor não arriscar a própria vida, já que bandido é bem mais municiado do que os próprios policiais, que muitas vezes usam suas próprias armas e balas. Porque é melhor fazer só o patrulhamento dos bairros. Porque é melhor superlotar os gabinetes administrativos.
Já para os “bandidos disfarçados” – aqueles que integram a polícia só para ganhar vantagem da prerrogativa da função (porque o corporativismo é muito alto e a impunidade impera) – ,as “bocas-de-fumo” servem para “engordar” o orçamento familiar. Levam dinheiro em troca da vista grossa. É cada vez mais comum, o envolvimento de policiais com o tráfico de drogas. Eles invadem as tais “bocas-de-fumo”, extorquem os traficantes e levam todo o dinheiro lá contido. Quando não dá para evitar o flagrante, dinheiro e droga chegam incompletos no registro da ocorrência policial na delegacia.
Mas, para que tanta cegueira? Por que tanta incompetência? Para nossos jovens morrerem cada vez mais cedo. Será que a Governadora lê, tranqüilamente, as páginas policiais, que mostram quase todos os dias um jovem assassinado?
Homicídio, este, que reflete a insegurança da cidade e a defasagem do sistema. As pessoas roubam para manter o vício, que se drogam para matar, que matam para poder se drogar e, assim, ficamos neste círculo vicioso que só terá um fim (ou amenizará) quando tivermos alguém competente, alguém que não estejam à frente das decisões por causa de um cargo de confiança, alguém que, além de tudo, se preocupe de fato para reverter os números e trazer a segurança de volta a Natal.
Natal, RNAquelas magníficas praias, aquelas dunas que são um convite à aventura, uma paisagem de sonho, tendo como fundo um mar deslumbrante Natal, RN (onde estive para um evento literário), é longe. Não há vôos diretos de Porto Alegre e, por causa dos inevitáveis atrasos, leva-se umas 10 horas para chegar lá. Mas vale a pena, quanto a isto não tenham dúvida. Em Natal descobrimos que, como diz a música de Jorge Ben Jor, moramos num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Que natureza é aquela, que natureza! Estamos falando do litoral, obviamente. Aquelas magníficas praias, aquelas dunas que são um convite à aventura - é o lugar em que provavelmente se vê mais buggies - enfim, uma paisagem de sonho, tendo como fundo um mar deslumbrante. ***
E o mar. Os verdes mares de minha terra natal, celebrados por José de Alencar, são algo. Mar é coisa que apela para as camadas mais profundas, mais arcaicas e portanto mais autênticas de nosso ser. Do mar nasceu a vida, ao mar a vida sempre quer voltar, e daí a atração que a praia de mar exerce sobre nós, e que, a cada ano, leva milhões de brasileiros e estrangeiros para o litoral potiguar.
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Há mar e há mar. Nós, gaúchos, temos mar, o Nordeste tem mar. Mas estamos falando de mares diferentes. O nosso mar, mar de praias abertas, de um litoral que é uma linha reta de Torres até o Cassino, é um mar bravo, um mar frio. Um mar que nos desafia, que nos castiga até. É preciso enfrentar, nos diz este mar gaúcho. Enfrentar o choque das ondas, enfrentar sobretudo o frio, porque vida é assim mesmo, viver é lutar. Claro, depois a gente se acostuma, e até gosta. Contudo, o rito de passagem que é entrar no mar é desafiador e inevitável.
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No Nordeste é diferente. A água é tépida, a água é límpida, a água é acolhedora - é maternal, até, a coisa mais próxima ao líquido amniótico que poderíamos imaginar. Este mar, aliás, é uma metáfora para um jeito de ser brasileiro: o jeito amável, o jeito receptivo, o jeito que pode ser visto como submisso e quem sabe como servil. E esse jeito condicionou boa parte de nossa história e de nossa cultura. Dele se aproveitaram o coronelismo, o autoritarismo em geral, a corrupção.
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O Rio Grande do Norte atraiu estrangeiros por duas razões. A primeira por sua posição estratégica. Olhem o mapa e constatem: é o extremo leste da América Latina, a região mais próxima à Europa e à África, razão pela qual na Segunda Guerra os norte-americanos construíram ali a sua maior base aérea, o que valeu a Natal o apelido de "Trampolim da Vitória". Mas Natal também é a "Cidade do Sol"; em média são 300 dias ensolarados por ano, o que funciona como ímã para os europeus: a viagem entre Natal e Lisboa ou entre Natal e Madrid leva menos tempo do que ir de Natal a Porto Alegre. Resultado: o crescimento da cidade é espantoso, constrói-se por toda a parte. O Rio Grande do Norte e o Nordeste em geral estão mudando. Mas o mar ainda continua o mesmo, ao menos por enquanto. O que, convenhamos, é um consolo. (Jornal Zero Hora - Porto Alegre - RS - 02.12.2007) |
Esse texto de Rita Apoena resume perfeitamente o que pode ser sentido (e encontrado) ao ler "Aos pedaços", livro do potiguar Rodrigo Levino, que pode ser baixado no site do Overmundo.(http://www.overmundo.com.br/banco/aos-pedacos).
“É com segredos que se alimenta um grande amor”
Sabe aquele segredo que os outros nunca vão entender? E nem a gente mesmo sabe explicar? Aquele, guardado num tempo que nunca mais volta? E só duas pessoas, cúmplices de um grande amor, saberão decifrar, ainda que nem elas próprias consigam pôr em palavras? Sabe o caminho tênue onde só cabem dois corpos? As palavras mudas no olhar? Não sei como, mas Rodrigo nos leva até lá.
Em poucas linhas, ele desembrulha tudo. O segredo. O detalhe. O miolo da flor. Somos, então, as paredes do quarto, o quadro, deitados na mesma cama, ouvindo as mesmas músicas, nos enfiando no meio do abraço, rindo e guardando segredos, como se aquelas fossem as nossas histórias, também. As histórias de todo mundo. Somos olhos e passos observando tudo, mas em grande silêncio, para não acordar o seu grande amor (RA)
Leide Valquíria Lucas da Costa Campos. Este é o nome da mulher de 21 anos que foi violentada e brutalmente assassinada, encontrada por populares embaixo de uma banca, próxima a feira do Carrasco, na rua Pedro Urbano, no bairro das Quintas, na manhã do último domingo. O corpo foi identificado no fim da tarde de ontem por familiares. Segundo laudo do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), a mulher morreu asfixiada por enforcamento e apresentava traumatismo craniano.
O crime que chocou a população, pela variedade de objetos encontrados na vagina da vítima (pedra, madeira, copo plástico, jornal e um sabugo de milho), além de pernas e braços quebrados, levantou questionamentos sobre a origem da vítima e o que ela fazia. Pessoas próximas ao local chegaram a dizer que Leide Valquíria, apelidada carinhosamente pelos amigos de "Mila", era garota de programa e até que pedia esmolas para sustentar um marido paraplégico.
Entretanto, sua sogra, Maria da Paz Ribeiro Campos, 67, muito abalada com o fato, ressaltou que as informações especuladas sobre sua nora não são procedentes. "O que falam por aí é mentira. Ela era doente mental. Nunca foi prostituta", observou a senhora chorando e pedindo justiça pelo crime.
"Mila" era casada há sete anos com o marinheiro Magnus Henrique Campos, 32, tinha dois filhos, um de seis anos e o outro de três, morava com a família do marido na travessa Bulhões, no bairro do Alecrim, e era evangélica. Freqüentava o culto todos os dias. O marido deve chegar hoje de Vitória (ES), onde estava embarcado, para liberar o corpo. O enterro deve ser amanhã no Cemitério Público da Redinha.
Dona Maria da Paz revelou que há 15 dias Leide Valquíria saiu do seu sétimo internamento psíquico e que ela tomava, diariamente, remédios controlados. "Desde o seu primeiro filho ela sofria de depressão pós-parto, mas o caso dela era hereditário. A mãe e o irmão dela também tem problemas mentais", frisou.
Devido a doença, "Mila" era proibida de sair de casa sozinha, mas de vez em quando fugia. Fato que se repetiu no último sábado. Sua cunhada, Noemy Magali Ribeiro Campos, 24, disse que ela saiu para comprar leite e quando retornou por volta das 19 horas estava estranha.
"Notei que ela estava diferente, mas ela disse que não era nada. Quando demos as costas ela saiu e não voltou. Comentaram que tinha um cara na esquina esperando por ela e depois uma amiga da gente, que mora na avenida 10, ligou dizendo que ela tinha acabado de passar por lá com esse cara e perguntando para onde ele a estava levando", comentou a cunhada. "Uma vez ela fugiu e voltou depois de quatro dias, dizendo que estava na casa de umas amigas. Ficamos na expectativa, mas quando ouvimos falar da roupa da mulher morta, que era uma blusa listrada e parecida com a que ela tinha saído na noite de sábado, fomos atrás", completou a sogra, que quando soube da notícia foi internada no hospital junto com o marido que é pastor da Assembléia de Deus.
Questionada se a nora traía o filho, dona Maria da Paz disse acreditar que não, mas que "Mila" sempre falava de sexo e que saía com muitos homens. "Ela dizia muitas coisas, mas o médico dizia para a gente que tudo era fantasia da cabeça dela. Mas um dia ela estava com meu filho no supermercado e um homem, com mais de 40 anos, deu uma cantada nela, perguntando quando seria a próxima vez", relatou a sogra, que suspeita que a nora estava grávida do terceiro filho.
"Ela não tinha maldade. Não tinha a menor noção de perigo. E quem fez isso foi um covarde, pois ela não sabia nem se defender. Estou em estado de choque até agora", comentou a manicure Rita de Cássia da Silva, 36, que trabalha próximo à casa da vítima. "Nunca esperávamos isso. Queremos justiça, pois nada justifica sua morte", acrescentou a prima Beatriz Lucas da Costa, 21.
Informações dão conta que a morte de "Mila" tenha sido cometida por dois homens, um negro, alto, que vestia camisa vermelha e bermuda jeans, com participação de três prostitutas, por disputa de ponto. Porém a família reforça a versão de que a vítima não era garota de programa. O inquérito corre pelo 7º Distrito de Polícia, mas nenhuma revelação foi feita para não atrapalhar as investigações.
Vi uma coisa ontem me deixou muito triste ou será que foi chocada??? A cena era uma menina, com seus vinte e poucos anos, morta no chão, após ter capotado o carro na BR-101, em baixo da passarela de Potilândia ...aparentemente estava sem cinto de segurança.
Mas, pq fiquei tão chocada??? As pessoas já estão se acostumando, macabramente, pelas fatalidades alheias... Já eu... trabalho vendo alguns mortos de vez em quando... A minha indignação não era pelo fato do corpo e sim pela VIDA que acabava de ir...
Os socorristas do Samu pegando seus sinais vitais e balançando negativamente a cabeça... Isso é tão frio... Dá vontade de gritar: "Moço, faça alguma coisa!". Será que não teria nada para fazer, como uma mágica... ressuscitar... levitar...
Um popular pega sua bolsa procurando talvez um celular, um documento... E o que acha? Uma taça de champanhe. Ele cheira e diz para outro: "Ela deve ter bebido!".
Vejo bandidos serem mortos, mas ali, naquele momento, estava uma menina, de classe média alta, que teria um futuro brilhante pela frente e foi interrompedido por uma tragédia ou por um descuido. Não era o mero delinqüente que estava estirado, cravejado de balas porque "merecia".
Dava para ver que ela tinha uns traços bonitos. Será que ela tinha namorado? Como será que a família recebeu a notícia?? E os amigos? Será que ela trabalhava? Ou estudava?
Fica aqui meus votos de condolências à família... que ainda nem sei quem é... Só vou ver nos jornais mais tarde. Mas, também queria fazer um pedido aos jovens, com uma frase clichê, quer dizer... a todas às pessoas que dirigem: "Se for beber não dirija. Se for dirigir não beba"... ou deixe outra pessoa pegar o voltante.
Não paro de pensar na cena...Ainda bem que o acidente não vitimou outras pessoas. Apesar do luto, um Bom Dia, se é que pode ser possível.
Stamp uma nova maneira de pintar as unhas
Ao contrário do que muitos podem pensar, as unhas não são apenas complementos do corpo que têm como principal função proteger as pontas dos dedos ou aumentar a capacidade das mãos para pegar pequenos objetos.
O que poucos sabem é a importância do aspecto estético, que também faz parte dos cuidados com a beleza e higiene.
Há um mês, a empresaria Iria trouxe para Natal a Stamp, uma maquina que imprime nas unhas diversos desenhos. Essa nova técnica vem atraindo jovens e até as senhoras que usam as imagens de santos, geralmente por serem devotas. “As unhas podem revelar como as pessoas realmente são. Se a mulher cuida da unha, é sinal de vaidade, se coloca um símbolo religioso demonstra sua fé e assim vai”, declara Iria.
Para quem gosta de ser ousada, existe um outro estilo que as mulheres atualmente usam bastante, os desenhos artísticos. “O desenho é uma moda mais do que atual, pois a cliente pode renovar a cada vez que vai até a manicure. As flores, ursinhos, corações e borboletas são os desenhos mais pintados”, afirma a empresaria do ramo.
Os desenhos temáticos também são muito pedidos pelas clientes. No carnaval, por exemplo, as mulheres gostam muito de pintar uma unha de cada cor. Na Copa do Mundo elas gostam de ter a cor do Brasil. Em junho, por conta das festas Juninas, a moda são as bandeirinhas.
Com 3500 estampas, das mais variadas como pele de animal, flores, coração, paisagens, ou até mesmo personalizada como foto de um filho, namorado, marido pode ser estampado na unha. O processo de impressão é simples e rápido e tem a mesma duração de uma aplicação tradicional de esmaltes, depende da unha de cada pessoa. Na Inglaterra, uma aplicação chega a custar 5 libras por unha, enquanto aqui em Natal você pode fazer a mão por 10 Reais.
Na vida é preciso dar atenção para as pessoas que realmente tem bons conselhos e que são credenciadas, principalmente pelo exemplo pessoal, a este mister. Tenho lido muita coisa em minha vida e, vez por outra, leio e ouço, de fontes puras, como revelei na introdução, que a nossa alimentação é fator importante para uma série de coisas em nossas vidas. É salutar, frisar, que essas almas boas, revelam prazerosamente, que uma alimentação correta, torna o corpo físico da alma encarnada, um veículo mais puro para o perfeito agir, potencializando assim sua missão em nosso planeta. Com um corpo livre das impurezas advindas da má alimentação, muitas vezes um espírito cheio de energias legais, fica cansado, preguiçoso, sem forças para realizar muitas coisas que podia fazer.
Que alimentação saudável é essa, então? É um assunto polêmico, mas na minha ótica e, pelo que pude captar de seres evoluídos, a maneira correta de se alimentar é se abstendo da ingestão da carne de animais e, alguns mais radicais, pedem a não ingestão de nada de origem animal, no caso ovos e laticínios.
Na verdade, existe muita confusão com relação a ser vegetariano. Muitas pessoas pensam que os vegetarianos só comem vegetais, então aproveito este espaço para esclarecer mais o assunto.
Vegetariano, na verdade, é apenas a pessoa que não se alimenta de carnes de qualquer espécie, não come vaca, frango, peixe, carneiro, avestruz, escargô, frutos do mar e nem sub-produtos de origem animal, que causam a morte dos mesmos, como bacon, gelatina ou presunto. Os semivegetarianos são aqueles que só comem carne ocasionalmente. Os ovo-lacto-vegetarianos não comem carne, mas comem ovos, leite e derivados. Já os lacto-vegetarianos não comem carne e nem ovos, comendo leite e derivados. Os devotos de Krishna, por exemplo, são lacto-vegetarianos. Os veganos são os mais radicais, não comem carne, nem ovos, nem leite e nem derivados. Os onívoros são os que comem de tudo.
Então, quando alguém falar que é vegetariano, entenda perfeitamente que essa pessoa não come nenhum tipo de carne, mas come cereais como arroz, trigo, centeio, milho, cevadinha, aveia, pães e macarrão. Come leguminosas como feijões, grão-de-bico, lentilha e ervilha. Come oleaginosas como nozes, amêndoas, pistache, macadâmia, sementes de girassol, abóbora e gergelim. Come amiláceos como inhame, batata, cará, mandioca, mandioquinha e batata doce. Come legumes como abobrinha, chuchu, pimentão e berinjela, além de verduras como couve, rúcula, agrião, acelga, mostarda, escarola e, frutas, como caqui, banana, manga, maça, fico, uva e melancia, entre outras.
Esclareço isso pelo fato das pessoas acharem que vegetariano não come nada. Ficam espantadas quando revelamos nossa opção gastronômica e perguntam: então você come o quê? Agem assim como se a alimentação da vida toda se resumisse só no consumo de carne animal. Pensam também que vegetariano só se abstém de carne vermelha. É muito comum a pessoa dizer que é vegetariano, ai o interlocutor diz: mas temos peixe, frango...
Se você tem interesse em saber mais sobre alimentação vegetariana, acesse o site: www.sbv.org.br.
A questão da não ingestão de açúcar, café, bebida alcoólica, drogas etc, também é complexa. Geralmente os vegetarianos e veganos não consomem açúcar branco, café e não usam drogas e nem fumam ou bebem, mas tem alguns que fazem uso sim de cerveja, maconha ou açúcar branco. São muitos casos, mas o que tenho a dizer, com relação à leitura atenta dos santos, dos avatares, das grandes almas encarnadas e que já passaram por este planeta, é que o certo é se abster mesmo do consumo de tudo de origem animal, de drogas, açúcar e até de pensamentos negativos.
Dizem que viver assim é um inferno. Discordo: os que optaram por uma vida assim tem acelerado seu progresso espiritual, sendo só este fato, mais importante na minha opinião, que todas as somas de todos os prazeres que o mundo material proporciona e, que são, por sua temporalidade: passageiros, sendo a aquisição de bem-aventurança, eterna, por isso mesma: divina.
Que todos os seres, em todos os mundos, sejam felizes e bem aventurados, repetem as almas boas, cotidianamente. Estou nessa!
* É escritor e jornalista em Natal/RN
O JH PRIMEIRA EDIÇÃO está completando dois anos (leia-se 16 de maio) e junto com ele completo dois anos de "Casa". O 'pequenininho' vai deixar saudades. Não, não, não. Ele não será extinto! Ao contrário, mudará de tamanho. Passará a ser maior de idade, igual a todos os outros tradicionais jornais, "standart", jornalisticamente falando, como seu irmão mais velho O Jornal de Hoje. Apesar que na minha opinião prefiro ele "tablóide": mais fácil de ler e melhor de manuseiar.
Com ele comecei a trabalhar oficialmente como jornalista, depois que tirei meu registro profissional - antes (recém-formada) me aventurei a estudar apenas para concurso. O JH PRIMEIRA EDIÇÃO me deu a oportunidade de fazer o que mais gosto: comunicar. Conversei muito, joguei muita conversa fora, mas também aprendi muito com meus entrevistados. Conheci novas pessoas, revi amigos antigos, e o melhor de tudo, conquistei novas amizades. Ahhh, e incomodei, não só eu como toda a nossa equipe vem incomodando, seja na editoria de Política, Cidades ou Polícia. Porque um jornalista que não incomoda, não é jornalista, apenas descreve um fato. Somos o jornal que mais é citado por parlamentares, além de servir de pauta para vários outros veículos de comunicação.
Exercendo o cargo de repórter de Cidades pude entrevistar pessoas de renomes locais e nacionais e outras esquecidas, abandonadas e marginalizadas pela sociedade e pelo mundo que vivemos. Em umas fiquei triste, em outras alegre, e em muitas revoltada (por n motivos, principalmente pelo descaso - ou omissão - do poder público). Mas, tem maneira melhor de resolver um assunto do que torná-lo público? Nesse pouco espaço de tempo tivemos a felicidade de ver problemas apontados em matérias serem solucionados no outro dia, ou quando não, dias depois, mas resolvidos. Como foi o caso do idoso que morava em uma cadeira no meio da rua. Depois que sua vida foi retratada na reportagem de Luzi Rocha ele foi transferido para o Juvino Barreto.
Por outro lado, têm aquelas entrevistas que ficam na sua cabeça, que lhe marcaram de alguma forma. Às vezes, a matéria nem é muito importante, mas lhe chamou a atenção por algum motivo - confesso uma coisa: eu, como a maioria das pessoas, consigo apenas me recordar dos fatos mais recentes. No entanto, a primeira que me vem a mente ocorreu no primeiro ano do jornal, quando eu ainda estava na redação às 22 horas e tivemos notícia de que o prefeito de Grossos, João Deon, tinha sido morto por policiais.
Entre outras estão: a entrevista que fiz com o presidente do Sebrae Nacional, Paulo Okamotto, no ano passado, no auge das denúncias que supostamente ele teria pago contas pessoais do presidente Lula; SérgioLuiz Wermuth, um estudante autodidata, de 18 anos, que é aprendiz de "gênio" no Instituto de Neurociências de Natal. Não cursou faculdade nenhuma, sabe falar quatro idiomas, ganhou vários prêmios com trabalhos relativos a física quântica, e como tudo que ele sabe aprendeu sozinho.
Tem também a matéria sobre o encerramento do projeto "Lugares onde moram as palavras", do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), que aconteceu no Parque das Dunas, e vi criança com olhar de esperança só porque aprendeu a gostar de ler; a cobertura do enterro do cobrador Wescley Adriano, no cemitério do Bom Pastor, que morreu soterrado no acidente das escavações de uma nova linha de metrô, em São Paulo; e a cobertura das duas greves dos médicos da alta complexidade. Sem esquecer da 'Auto-hemoterapia', que publicamos, coincidentemente, um dia após do Fantástico veicular a matéria, no domingo passado. (Digo coincidência, porque a reportagem já estava pronta há uns três dias e aguardava espaço).
Já as reportagens recentes foram no campo jurídico. Uma com um dos nomes mais bem conceituados, hoje em dia, no Direito Constitucional: Alexandre de Moraes. A outra com o ministro do Superior Tribunal de Justiça, desembargador José Augusto Delgado. Uma pessoa aparentemente simples, serena e que serve como exemplo a ser seguido.
Agradeço por fazer parte dessa família e também pelas pessoas que souberam me cativar, me entender e, acima de tudo, me admirar, como profissional e como pessoa. Parabéns JH PRIMEIRA EDIÇÃO!!!!!!
A Câmara dos Deputados espera votar ainda nesta semana a proposta de reajuste salarial dos parlamentares, que prevê um aumento de 26,5%, referente à recomposição da inflação nos últimos quatro anos, que elevaria os salários para 16,2 mil reais por mês.
O presidente da Câmara chegou até a fazer uma proposta de reajuste de 82 por cento no salário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para equipará-lo aos de deputados e senadores, mas Lula recusou, optando pela reposição salarial.
Enquanto isso... o trabalhador se fu... Ainda existe alguma coisa pra se comemorar no dia 1º???
Uma notícia triste para os fãs dos 'Los Hermanos'. A banda informou que entrará em "recesso por tempo indeterminado". As duas últimas apresentações serão nos dias 8 e 9 de junho, na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro.
A decisão foi publicada hoje no site oficial da banda. A pausa, segundo a nota, se baseou na necessidade dos membros do grupo de se dedicarem as demais atividades acumuladas em dez anos de trabalhos em conjunto.
Na tentativa de evitar quaisquer boatos, o comunicado traz que não houve desentendimento ou discordância entre os integrantes do grupo que tenha afetado a amizade deles, "tanto que continuam jogando truco toda quinta-feira".
Se você tem 60 anos ou mais deve se vacinar contra o vírus da gripe. A partir de hoje começa a 9ª Campanha Nacional de Vacinação Contra Gripe do Idoso, promovida pelo Ministério da Saúde (MS), que este ano tem como slogan: "Fique Ativo: Vacine-se contra a Gripe".
No Rio Grande do Norte foram distribuídas 330 mil doses. Deste total, 70 mil são destinadas a Natal. O MS recomenda que 70% dos idosos do Estado sejam imunizados. Esse percentual, em Natal, corresponde a um pouco mais de 63 mil idosos. Quem tomou a vacina no ano passado deve repetir a dose este ano.
A mobilização acaba no dia 4 de maio, "Dia D" de imunização. No total, 150 postos fixos e sete volantes, entre supermercados, creches, escolas, sedes de conselhos comunitários e associações e unidades de saúde, estarão abertos, na capital, das 8h às 17h. Mil e trezentos funcionários farão o atendimento que também ofertará a vacina contra difteria e tétano.
Olhe que aburso, em pleno século 21, e vindo de pessoas altamente esclarecidas e que não são cogitados a santos e que devem cometer váriooooooooosssss pecados!!!
A segunda maior autoridade doutrinária do Vaticano, o arcebispo Angelo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, disse hoje que o casamento homossexual é um mal, e que o aborto e a eutanásia são formas de "terrorismo".
Em pronunciamento a capelães, Amato disse que os jornais e os noticiários da TV se parecem às vezes com "um filme perverso sobre o mal". Ele denunciou os "males que continuam quase invisíveis", porque a mídia os apresenta como "expressão do progresso humano", citando especialmente as clínicas de aborto, que qualificou de "abatedouros de seres humanos".
O Vaticano está indignado com um projeto de lei que dá uma forma de reconhecimento legal a casais não-casados, sejam eles hétero ou homossexuais. A Igreja e políticos católicos temem que o projeto seja apenas um passo para o casamento ent homossexuais.
O trabalho de pesquisa para a elaboração do livro "Os construtores de Natal - Uma obra que resgata a história dos que fizeram a Natal de hoje" está de vento em poupa e cada vez mais conquistando novos colaboradores. Nos últimos dias mais quatro novas empresas abraçaram o projeto do publicitário, Tertuliano Pinhiero: Rio Center, Federação das Insdústrias do Rio Grande do Norte, Coohotur e Construtora M².
O ponta pé inicial foi dado no começo do ano e até o final do primeiro semestre Tertuliano Pinheiro pretende terminar as pesquisas que estão sendo coordenadas pela jornalista e publicitária Larissa Lisboa, para em seguida elaborar o texto final (que será feito pelo próprio Tertuliano) e ser lançado ainda este ano.
"O apoio está envolvendo todos os seguimentos: comércio, indústria e turismo. Os pesquisadores estão empolgadíssimos. Como é um projeto caro e não tem incetivo governamental, preciso encontrar mais parceiros que fiquem entusiasmados com a idéia igual a mim", comentou o publicitário.
A equipe de campo é formada por três jornalistas recém formados que estão percorrendo os arquivos dos Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN), da Câmara Municipal de Natal, da Prefeitura, e entrevistando ex-prefeitos e familiares, para coletar dados para a obra. A supervisão fica por conta do historiador, publicitário e jornalista Marcos César.
"Essa obra contribuirá para o acervo histórico da cidade, que é de fundamental importância para a nossa história e até hoje não possuimos nenhum documento do tipo que nos remeta a esse tempo", observou Tertuliano Pinheiro.
Ao todo já são 12 colaboradores, entre os quais estão: ADS Segurança, Unifarma, Grupo Haroldo Azevedo, Sistema Fecomércio, Sindscon, Farn, Construtora Colméia e Construtora Delphi.
HISTÓRIA
O livro fará um resgate da administração dos prefeitos de 1960 a 2007, ou seja, contará as principais obras, realizações, propostas, diferenciais e as características que contribuíram para o crescimento de Natal dos últimos 15 prefeitos (Djalma Maranhão a Carlos Eduardo Alves), em 18 mandatos sucessivos; além de ilustrar um grande acervo fotográfico feito pelo fotógrafo Jaecy.
A obra será divida cronologicamente pelos mandatos dos seguintes prefeitos: Djalma Maranhão, José Pinto Freire, Tertius César Rebelo, Agnelo Alves, Ernani da Silveira, Ubiratan Galvão, Jorge Ivan Cascudo Rodrigues, Vauban Bezerra de Faria, José Agripino Maia, Manuel Pereira dos Santos, Marcos César Formiga Ramos, Garibaldi Alves Filho, Wilma Maria de Faria, Aldo tinôco Filho, mais dois mandatos sucessivos de Wilma de Faria e os dois últimos de Carlos Eduardo Alves.
O livro contará com uma tiragem inicial de quase quatro mil exemplares, onde parte destes serão distribuídos na Federação do Comércio (Fecomércio), Fiern, Câmara Municipal, OAB, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Natal (CDL-Natal), bibliotecas públicas, Secretarias Estadual e Municipal de Educação, Sebrae, Associação Comercial, e todas as escolas municipais e estaduais da capital.
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